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Rede de apoio: o passo a passo definitivo para as mães que moram longe da família.

Eis que você começa a ler mais um texto sobre rede de apoio  o quanto ela é importante para que você não se torne uma mulher sobrecarregada e consiga ter um tempo para si mesma, para cumprir seus demais papéis sociais…

Sem falar naquela pessoa que se aproxima de você e a cada 10 frases faladas, pelo menos 3 é “rede de apoio”.

Nesse momento você olha para sua realidade e percebe que está só, não tem parente algum para te ajudar, não tem dinheiro para pagar alguém e o pai do seu filho mal olha ele enquanto você toma um banho de 5 min. 

Parece hipocrisia falar de rede de apoio para uma mãe que não tem uma e não consegue vislumbrar um futuro onde tenha o apoio de que precisa para se reencontrar após se tornar mãe.

Prazer sou Bianca Amorim e hoje você descobrirá que há sim uma solução e que é possível formar uma rede de apoio do absoluto zero mesmo se você estiver afastada da família. Eu morei em diversos estados brasileiros, sem família, e formei a minha e posso te ajudar a pensar em como fazer isso.

Então, fique calma porque nem tudo está perdido.

Continue a leitura para descobrir:

-O ditado “quem pariu Mateus que o embale” ainda faz sentido nos dias de hoje?

-O real significado de ter uma rede de apoio.

-Qual o caminho mais simples para construir uma rede de apoio de forma gratuita?

-Como você pode conhecer outras mães e se movimentar neste sentido?

Bianca sorrindo enquanto segura um celular e mostrando a tela para a câmera.
Bianca sorrindo enquanto segura um celular e mostrando a tela para a câmera.

“Quem pariu Mateus que o embale”?

O que mais observo em meu trabalho são mães como você que acreditam verdadeiramente que precisam dar conta de tudo sozinhas ou ainda mães que estão “chorando as pitangas” porque não tem ninguém para ajudá-las. 

Ou seja, você vive em um mundo que te venderam que “quem pariu Mateus que o embale” e aí conhece a Bianca Amorim e entende de uma vez por todas que você não precisa dar conta de tudo sozinha e está tudo bem. 

Você precisa de ajuda e provavelmente já sabe disso. 

Mas toda vez que alguém vem falar de rede de apoio você sente raiva e incapacidade, porque afinal de contas você não tem nenhum apoio, aí vem aquela frase definitiva e perturbadora em sua mente: “Já era”

Você precisa focar na solução, só assim será capaz de resolver sua falta de rede de apoio de uma vez por todas.

Ficar olhando para o problema não resolve a situação e não traz a mínima possibilidade de algo mudar em sua vida.

Ter uma rede de apoio que te proporcione mais qualidade de vida requer uma mente criativa e uma pessoa ativa. 

Esse problema não é resolvido do dia para noite, mas adivinhe? 

Quanto mais cedo você começar a tentar solucioná-lo, mais cedo você terá uma boa rede de apoio. Isso só depende de você!

O real significado de ter uma rede de apoio:

Talvez você esteja com o pensamento fechado que ter uma rede de apoio é ter alguém cuidando do seu filho todos os dias pelo menos em algum período. 

Mas vamos para realidade,se você não tem nada, um “ser de luz” que olhe seu filho por 1 hora já é uma baita rede de apoio, possível para o momento e que você pode contar para fazer algo rápido.

Qual o caminho mais simples para começar a ter esta rede de apoio construída e gratuita? 

  • Primeiro passo: conhecer e criar vínculos com outras mães que passam o mesmo que você! 

Claro que você não precisa conhecer uma mãe hoje e amanhã deixar a criança com ela para ir ao banco, porém construir uma boa rede de apoio não é algo que se resolve rápido. 

À medida que você, esta mãe e seus filhos se encontram, conversam, trocam experiências, o vínculo e a confiança vão sendo criados e daqui a pouco vocês poderão revezar os cuidados com os pequenos. 

Como você pode conhecer outras mães e se movimentar neste sentido? 

O caminho mais simples é achar um grupo ou uma roda de mães em pós-parto e começar a frequentar. 

Mas primeiro, olhe bem ao seu redor, essa mãe pode estar aí no andar de cima do seu prédio ou há duas casas da sua, ou talvez seja a mãe que você sempre encontra na pracinha, na escola, e fala um “oi” tímido. 

Pense por alguns instantes nas pessoas ao seu redor…

Não fique brava por ouvir tanto sobre rede de apoio ou  se concentre em acreditar que isso não é algo utópico para quem não tem parentes por perto e também não pode pagar por uma. 

É possível, existem várias, eu já participei ativamente de uma em Salvador e hoje fico só observando a lindeza que é uma mãe indo ao cinema, enquanto a outra fica com seu filho …

Outro dia, é esta que ficou com as crianças, que sai e vai fazer algo para si. 

A tal da rede de apoio…

Criar uma rede de apoio não é tão complicado quanto parece, principalmente agora que você tem esse pequeno guia. Existem ações estruturadas e detalhadas e se você quiser conhecer com mais profundidade te convido a conhecer a Jornada Mulher Além de Mãe.

Mas, por enquanto, você precisa saber que é importante sair da solidão materna e começar a perceber nestas pessoas nossos semelhantes, que pode ter certeza, passam pelos mesmos desafios que você. 

Pare de inventar desculpas para si mesma se colocar em movimento, só assim conseguirá reconstruir sua rotina e retomar seus papéis sociais após a maternidade.

Desafio você a olhar melhor ao seu redor e começar a se movimentar para criar sua primeira rede de apoio, ainda que seja pontual.

Você mora afastada da sua família? Se sim, compartilhe nos comentários o que você fez/fará para construir sua rede de apoio. Seu comentário pode ajudar outra mãe a dar o primeiro passo!